Patriota comanda debate na ONU sobre situações de conflito no mundo
Patriota comanda debate na ONU sobre situações de conflito no mundo
Na presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, coordena hoje (11/02), em Nova York, o debate sobre a interdependência entre segurança e desenvolvimento no tratamento das situações de conflito e pós-conflito. Até o fim do mês, o Brasil está na presidência do conselho – a função será transmitida para a China, em março. Antes, o chanceler tem uma série de reuniões.
Patriota conversa com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e em seguida participa das reuniões dos ministros das Relações Exteriores do G4 (Brasil, Alemanha, Índia e Japão), sob o comando do presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Joseph Deiss. Também há uma reunião com o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, Takeaki Matsumoto. No fim do dia, o chanceler concederá entrevista coletiva.
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Os conflitos e as crises políticas mundiais costumam ser temas de análise e discussão do Conselho de Segurança da ONU. Até ontem (10/02), a onda de protestos no Egito não havia sido incluída na pauta de debates do órgão. É o conselho que determina o envio e a permanência de militares das missões de paz.
Na presidência rotativa do Conselho de Segurança por um mês, o Brasil reforça a defesa para que o órgão seja ampliado. O cargo de comando é rotativo e sempre ocupado por um dos 15 membros da instituição.
Na ONU, o Brasil é representado pela embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti. Para o governo brasileiro, é necessário atualizar a estrutura do conselho, que foi criado em 1945, seguindo a ordem mundial após a 2ª Guerra.
O órgão é integrado pelos membros permanentes – os Estados Unidos, a Rússia, China, França e Inglaterra. O Brasil, a Turquia, Bósnia Herzegovina, o Gabão, a Nigéria, Áustria, o Japão, México, Líbano e Uganda são membros rotativos, com mandato de dois anos.
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