Patriota chega à China para organizar visita de Dilma em abril
Patriota chega à China para organizar visita de Dilma em abril
O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, desembarca hoje (02/03) em Pequim para negociar a visita da presidente Dilma Rousseff à China nos dias 13, 14 e 15 de abril. Será a primeira viagem da presidente fora do Continente Sul-Americano.
Por enquanto, Dilma visitou apenas a Argentina, no último dia 31. Na China, a ideia é negociar a ampliação da venda da produção brasileira, atendendo aos apelos do empresariado nacional.
Da China, Patriota seguirá viagem para a Índia e o Sri Lanka. Na China, o chanceler tem conversas com o primeiro-ministro, além dos ministros das Relações Exteriores e do Comércio, assim como intelectuais. Na sexta-feira (04/03), ele concederá uma entrevista coletiva em Pequim.
Leia mais:
Brasil e China buscam cooperação em mercado de ações
Prioridades de Dilma são América do Sul, EUA e China, revela Patriota
Brasil garanteque continuará busca de “alternativas diplomáticas” para o Irã
Em discurso no Congresso, Obama cita visita ao Brasil e trata de questões polêmicas
Na China, Dilma tentará atenuar desequilíbrio causado pela entrada de produtos do país no Brasil
Os empresários brasileiros reclamam que o baixo preço dos produtos chineses prejudica o mercado nacional. Patriota disse que há articulações para fechar mais parcerias, envolvendo exportações de minério de ferro e aço do Brasil.
A visita de Dilma à China é uma resposta ao convite do presidente chinês, Hu Jintao, segundo Patriota. No período em que estiver no país, a presidente pretende incluir conversas sobre questões bilaterais como comércio, investimentos, de segurança e ambientais, além de temas globais. Ela tem reuniões também com executivos chineses.
Nos três dias em que estiver na China, Dilma participará de reuniões bilaterais e também de uma cúpula que reunirá os líderes do Brasil, da China, Índia, Rússia, além da África do Sul que passará a integrar oficialmente o bloco do Bric. De acordo com o chanceler, os esforços são para reduzir o “desequilíbrio” dos efeitos das importações chinesas no mercado nacional.
Segundo a Câmara de Comércio Brasil-China, as relações comerciais entre os dois países cresceram nos últimos anos 47,5% (ao ano), tendência que se repete nas relações dos chineses com vários países de economia emergente. No caso brasileiro, Patriota afirmou que há um superávit de mais de cinco bilhões de dólares em favor do Brasil nas relações com a China.
Siga o Opera Mundi no Twitter
Conheça nossa página no Facebook
NULL
NULL
NULL























