Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O partido MPA (Movimento pela Autonomia), da Sicília, anunciou nesta sexta-feira (12/11) sua retirada da coalizão do governo presidido por Silvio Berlusconi ao considerar que é necessária a formação de um novo Executivo.

O MPA, liderado pelo governador da região da Sicília, Raffaele Lombardo, se une assim ao partido FLI (Futuro e Liberdade da Itália) ao qual está vinculado o presidente do Congresso, Gianfranco Fini – ex-aliado de Berlusconi -, que anunciará oficialmente sua retirada do Executivo na próxima segunda-feira (15/11).

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Após o anúncio do MPA, o único membro desta legenda que faz parte do Executivo, o subsecretário de Infraestrutura e Transportes, Giuseppe Maria Reina, informou que apresentará sua renúncia neste sábado.

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Em comunicado, o MPA, um dos tradicionais aliados do Governo Berlusconi, explicou que “existe no país um insuportável clima de acerto de contas” e que “a presença do partido no Executivo não se ajusta aos compromissos que foram feitos com os eleitores”.

Dessa forma, o primeiro-ministro terá pela frente na próxima segunda-feira a renúncia do membro do MPA e de outros quatro aliados de Fini, entre eles o ministro de Políticas Comunitárias, Andrea Ronchi.

No entanto, na próxima moção de censura que Berlusconi terá de enfrentar, apresentada nesta sexta-feira pela oposição para que seja votada na Câmara dos Deputados, será necessário levar em conta a possibilidade de a medida ser apoiada tanto pelos 35 deputados do FLI como pelos quatro do MPA.

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Partido siciliano MPA anuncia saída do governo Berlusconi

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