Sábado, 16 de maio de 2026
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Dos 577 deputados que compõem a nova Assembleia Nacional, 208 são mulheres, ou seja, 36%. A proporção é menor em relação a 2017 e 2022, de acordo com uma análise dos resultados publicados nesta segunda-feira (08/07) pelo Ministério do Interior da França.

A proporção de mulheres na Assembleia Nacional atingiu um recorde em 2017, chegando a 38,8% (224 deputadas), antes de cair para 37,3% (215) em 2022, e cai novamente este ano.

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A Assembleia Nacional francesa agora tem um pouco menos mulheres do que o Senado, que tem 36,8% de mulheres (128 de 348 senadores).

Dos principais grupos formados nesta nova Assembleia da França, a Nova Frente Popular (NFP), de esquerda, et aliados (40,4%, 78 de 193) têm a maior proporção de mulheres, ficando à frente da coalizão governista Juntos, que apoia o presidente Emmanuel Macron (40,2%, 66 de 164).

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O partido de extrema direita Reagrupamento National (RN), junto com seus aliados, tem apenas 32,2% de mulheres (46 de 143).

Twitter Yaël Braun-Pivet
Mulheres perderam espaço na Assembleia Nacional da França após as eleições deste domingo

Os Republicanos, de direita (excluindo os “ciottistes”, parcela da sigla que seguiu o presidente Eric Ciotti numa aliança-relâmpago com a extrema direita do RN) elegeram apenas 30,8% de mulheres.

Em 1958, a primeira Assembleia Nacional da Quinta República na França tinha apenas oito deputadas, incluindo Nafissa Sid Cara, que também foi a única mulher no primeiro governo desta Quinta República, em 1959.