Terça-feira, 19 de maio de 2026
APOIE
Menu

A crise no Egito, agravada pelo aumento das manifestações e da pressão pela saída do presidente egípcio, Hosni Mubarack, é tema hoje (02/02) de discussões no Parlamento Europeu, em Bruxelas, na Bélgica. Há sessões hoje e amanhã (03/02).

O Parlamento Europeu tem 736 membros, mas em geral cerca de 300 participam das sessões. A União Europeia defendeu que as autoridades egípcias promovam um processo de transição “ordenado para eleições livres e democráticas”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Após a crise na Tunísia, o Conselho dos Negócios Estrangeiros da União Europeia aprovou uma série de medidas de apoio ao país. Em janeiro, o presidente da Tunísia, Bem Ali, foi pressionado a deixar o poder depois de manifestações populares. Acusado de corrupção, desvio de recursos públicos e violações de direitos humanos, Ali teve os bens congelados na Suíça.

Leia mais:

Mubarak entre a repressão e a concessão

Euforia, banho de sangue e caos no Egito

Uma nova verdade desponta no mundo árabe

''Esta é uma revolução pelo Twitter e pelo Facebook''

Mubarak garante que não disputará reeleição e defende transição pacífica

 

A chefe da Diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, elogiou a reação popular na Tunísia. “[Presto minha] admiração pela coragem e determinação demonstradas pelo povo da Tunísia pela luta em favor da democracia”, disse ela. “Nós queremos ajudá-los a avançar, usando nossos valores fundamentais, a criação das instituições, apoiando a promover as eleições”, acrescentou.

Mais lidas

Ashton também elogiou a criação, na Tunísia, de três comissões – uma para analisar a questão da reforma política, outra para investigar denúncias de violência e a última para apurar as acusações de  corrupção. A chefe da Diplomacia conversou com o novo ministro dos Negócios Estrangeiros da Tunísia, Ahmed Ounaies.

A insatisfação popular na Tunísia começou em meados de dezembro de 2010. Houve protestos isolados pedindo mudanças no governo. O ex-presidente fugiu da Tunísia e refugiou-se na Árabia Saudita. Em 60 dias devem ocorrer novas eleições no país. Até lá, há um governo provisória que tenta manter a ordem na região.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Conheça nossa página no Facebook

Parlamento Europeu discute hoje e amanhã a crise no Egito

NULL

NULL

NULL