Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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Os parentes de algumas das vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York fizeram um protesto nesta quarta-feira (25/8) em Manhattan junto com membros de 40 organizações religiosas e civis para apoiar a construção de uma mesquita perto do chamado Marco Zero, onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center.

“Não somos contra”, disse Donna O'Connor, que perdeu uma filha nos atentados e lamentou que os defensores das liberdades civis nos Estados Unidos tenham que lutar agora pelo respeito à liberdade religiosa no país.

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Parentes das vítimas dos ataques dividiram espaço com religiosos cristãos, muçulmanos e judeus e anunciaram a criação de uma coalizão de direitos civis chamada New York Neighbors for American Values (“Moradores de Nova York por Valores Norte-Americanos”).

“Nossa coalizão abraça os valores constitucionais dos EUA de liberdade religiosa, diversidade e igualdade. Estamos juntos contra os grosseiros estereótipos usados para nos assustar e dividir”, diz o manifesto de fundação da entidade.

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“O Instituto Cordoba tem o direito constitucional de criar um centro cultural em Manhattan. Além disso, se trata de algo positivo para Nova York e os EUA”, disse em manifestação o rabino Arthur Waskow, do The Shalom Center, uma das entidades que se somaram à coalizão.

Taxista atacado

No domingo, centenas de oposicionistas e defensores do centro islâmico se encontraram em manifestações próximas ao Marco Zero, com direito a confrontos verbais.

Ontem, o arcebispo católico de Nova York, Timothy Dolan, lamentou o ambiente de tensão gerado e pediu para que não se ponham em perigo os valores de tolerância que caracterizam os moradores da cidade.

Os nova-iorquinos receberam com preocupação a notícia de que um taxista da cidade foi agredido na terça-feira depois de ter respondido a um cliente que era muçulmano. Ele conseguiu trancar as portas traseiras do veículo e chamou a polícia, que deteve Michael Enright, de 21 anos, acusado de tentativa de assassinato com o agravante de crime racial. O mais surpreendente é que Enright trabalhou como voluntário da Intersections International, uma organização multicultural dedicada a favorecer o entendimento e a paz entre culturas e uma das defensoras do templo islâmico em Manhattan.



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Parentes de vítimas de atentados de 11 de setembro defendem mesquita em Manhattan

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