Quarta-feira, 6 de maio de 2026
APOIE
Menu

O chanceler uruguaio, Luis Almagro, advertiu hoje (3/9) que é “impraticável” mudar a localização da fábrica de pasta de celulose UPM, ex-Botnia, na fronteira com a Argentina, como reclamam moradores da cidade de Gualeguaychú, neste país.

“É impraticável desmantelar este investimento e transferi-lo a outro lugar. Não existe no mundo da realidade”, rejeitou o ministro de Relações Exteriores em declarações a uma rádio de Buenos Aires.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

A Assembleia Cidadã Ambiental de Gualeguaychú – promotora do protesto que manteve bloqueada durante mais de quatro anos a ponte General San Martín, que liga o município ao uruguaio Fray Bentos, onde está a indústria – retomará no domingo os cortes “parciais”, exigindo que a fábrica seja removida.

Leia mais:

Cristina e Mujica se reúnem para tratar de controle do Rio UruguaiArgentina e Uruguai completam um mês de fim de bloqueio de ponte bilateral

Mais lidas

“Enquanto continuar a Botnia, o protesto continuará”, declarou Martín Alazard, um dos ativistas de Gualeguaychú que ontem foram criticados pelo chanceler argentino, Héctor Timerman, o qual os classificou de “manifestantes constantes”.

Caso

O bloqueio era motivado por acusações de que a indústria poluía o Rio Uruguai, que separa os dois países. O conflito diplomático decorrente das posições contrárias de ambas nações fez com que o caso fosse encaminhado pela Argentina à Corte Internacional de Justiça, em Haia, que deliberou sobre o tema em abril.

Em sua decisão, o tribunal negou que a empresa fosse contaminante, mas admitiu que o Uruguai havia desrespeitado um tratado sobre o limite natural ao autorizar sua instalação. Os magistrados, então, recomendaram que os dois governos instituíssem um controle conjunto ambiental da região, cujas tratativas estão em curso.

Hoje, Almagro pediu que seja atingido “um marco de política verdade”, e solicitou “esperar os resultados dos monitoramentos” a serem realizados por uma equipe de especialistas indicados por Uruguai e Argentina.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Para Uruguai, transferir indústria que gerou conflito com a Argentina é 'impraticável'

NULL

NULL

NULL