Sábado, 25 de abril de 2026
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O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, argumentou nesta quarta-feira (7/4) que o seu sucessor deve priorizar “a luta contra o terrorismo” ao invés de tentar melhorar as relações com outros países.

Segundo Uribe, o próximo governo colombiano não pode cometer “o engano” de “privilegiar a aparência das relações diplomáticas”.

Atualmente, a Colômbia tem enfrentado dificuldades no relacionamento com outras nações sul-americanas, como o Equador e a Venezuela.

O principal motivo para essa situação é o acordo militar assinado por Bogotá com os Estados Unidos, que permite o envio de tropas norte-americanas para bases militares colombianas.

O governo venezuelano do presidente Hugo Chávez, por exemplo, que mantém os laços diplomáticos com a Colômbia “congelados”, tem declarado que só buscará se aproximar do país ao final do mandato de Uribe, no dia 7 de agosto.

Venezuela

Apesar de não citar diretamente a Venezuela, o presidente colombiano lamentou que outras nações esperem a sua saída para “ver se outro governo chega mais tranquilo e não exige” que a “luta contra o terrorismo” seja um fator indispensável para manter boas relações diplomáticas. Chávez defende que a melhor solução para o problema da segurança interna na Colômbia é negociar com os grupos guerrilheiros.

De acordo com autoridades ligadas à gestão de Uribe, diversos líderes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e do ELN (Exército de Libertação Nacional) estão refugiados em território venezuelano.

O primeiro turno das eleições presidenciais colombianas está marcado para o dia 30 de maio.

Para Uribe, sucessor deve priorizar combate à guerrilha

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