Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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O presidente peruano, Alan García, qualificou como “um papelão” diplomático que embaixadores dos Estados Unidos deixassem documentos internos do Departamento de Estado serem divulgados por meio do site Wikileaks.

García negou que os arquivos citados – que falam de diversas nações do mundo, inclusive o Peru – tenham algum tipo de transcendência, ao mesmo tempo em que descartou que o seu país tenha alguma relação com as sigilosas conversas.

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“Quando você conversa com o embaixador dos EUA, ele faz imediatamente um relatório ao Departamento de Estado, eles dão suas interpretações sobre as questões do Peru e enviam um informe, mas essa é a opinião dos 'gringos', esses documentos não são peruanos”, ressaltou.

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“Sabe-se bem que os EUA têm interesses no mundo e também quem são os seus adversários”, continuou o líder do Peru. García também afirmou ter sentido mal-estar ao ver que os norte-americanos utilizam algumas frases “em um tom mais alto” para qualificar alguns dirigentes, mas lembrou que isso não é algo essencialmente novo.

“Aparecem algumas expressões que seriam como dizer: não estamos de acordo com tal país ou com tal governo, não é nada que seja essencialmente novo, extraordinário, simplesmente é um papelão diplomático que deixam vazar desta maneira todos os seus comentários internos”, expressou. Os diplomatas norte-americanos “deveriam cuidar melhor de seus papeis”, complementou.

Os novos documentos, vazados na internet no fim de semana, apontavam supostas infiltrações do governo dos EUA em diversas partes do mundo, incluindo aqueles Estados considerados aliados ou neutros.

Na lista de espionados apareceriam ainda líderes mundiais, como o russo Dmitri Medvedev, o italiano Silvio Ber lusconi ou a argentina Cristina Kirchner, além do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

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Para presidente do Peru, vazamento de dados sigilosos dos EUA foi 'papelão diplomático'

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