Para Honduras voltar à OEA, é preciso permitir entrada de Zelaya no país, diz secretário-geral
Para Honduras voltar à OEA, é preciso permitir entrada de Zelaya no país, diz secretário-geral
O secretario-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, afirmou que para Honduras voltar a fazer parte da entidade só será possível se o ex-presidente Manuel Zelaya puder voltar ao país em “absoluta tranquilidade”, informou a Telesur.
“A volta de Zelaya permitiria avançar no retorno de Honduras à OEA”, disse Insulza, em Lima, após mencionar que há uma órdem de prisão contra o ex-presidente, o que impede seu retorno ao país.
Honduras foi suspensa da OEA desde o golpe de Estado, ocorrido em 28 de junho de 2009, quando o então presidente Manuel Zelaya foi deposto.
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Insulza afirma que Zelaya deve ter garantias de que não sofrerá represálias
Insulza disse que o tema será tratado na Assembléia Geral da OEA, que começa hoje na capital do Peru.
“O tema central é o retorno de Zelaya. Eles devem dar garantias de que não haverá retaliação”, disse o secretário geral da OEA.
Inzulsa disse também ter esperanças de que a Assembleia consiga avançar em algum ponto na discussão da volta de Honduras à OEA.
Para ele, é melhor ter Honduras dentro da entidade do que fora, para que existam novas tentativas de resolver problemas de violações de direitos humanos no país.
Já a Ong Federação Internacional dos Direitos Humanos (FIDH) pediu à OEA que continue a suspensão de Honduras, pois considerando que “não foi estabelecida a normalidade democrática”, após o golpe.
O presidente da FIDH, Souhayr Belhassen, por meio de um comunicado disse ser necessário para manter as sanções políticas e diplomáticas impostas até seja feita “a restauração da verdadeira democracia, a independência dos poderes do governo e do respeito pelos direitos civis e políticos “.
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