Para G20, bancos devem arcar com seus próprios prejuízos
Para G20, bancos devem arcar com seus próprios prejuízos
O G20 (grupo dos países mais ricos e principais emergentes) considera que o setor bancário deve pagar pelo custo que os governos têm quando saem em socorro a ele, mas dá liberdade aos membros para que estabeleçam uma taxa com esse fim. De acordo com uma minuta da declaração final do encontro em Toronto, o G20 reconhece que existem diferentes formas de fazer com que os bancos “contribuam de maneira justa e substancial” com seu próprio resgate, e afirma que uma delas, embora não seja a única, é o polêmico imposto bancário.
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse hoje que os países mais ricos do G20, que reúne também os principais emergentes, vão acordar em Toronto cortar o déficit pela metade até 2013.
“Isso será parte do documento final”, afirmou Merkel à imprensa.
O tema da austeridade fiscal provocou fortes tensões no G20, que até agora tinha dado mostras de uma grande coesão e que atuou em uníssono na hora de lançar medidas de estímulo econômico para sair da crise. Os Estados Unidos e os emergentes defendem a manutenção de certas medidas de estímulo, enquanto a Europa considera que é momento da austeridade fiscal.
As declarações de Merkel indicam que os dois grupos encontraram uma fórmula intermediária que deixaria de fora da austeridade fiscal os países emergentes.
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