Sábado, 16 de maio de 2026
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O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que a 20ª Cúpula Ibero-Americana de Mar del Plata, que termina neste sábado (4/12), marca “um antes e um depois” para a história da região, porque adota uma cláusula democrática contra as tentativas golpistas.

“Estamos concretizando ações para que nunca mais em nossa América aqueles que não conseguem nos vencer nas urnas tentem conspirar contra Governos legitimamente eleitos”, afirmou na sessão plenária da cúpula, aberta nesta sexta-feira (3/12).

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Correa agradeceu a inclusão da cláusula democrática na declaração final da cúpula e considerou que com esta se está passando “da retórica” a tomada de “medidas eficientes” nesse terreno, como ocorreu em novembro durante a última cúpula da Unasul (União de Nações Sul-americanas), em Guiana.

O líder equatoriano centrou seu discurso para explicar sua versão sobre o conflito vivido em seu país em 30 de setembro, quando ficou retido por horas em um hospital de Quito pela Polícia equatoriana.

Correa reiterou as acusações de que por trás da “tentativa desestabilizadora” estava o grupo opositor e que o golpe foi preparado com semanas de antecedência.

Pediu aos demais governantes ibero-americanos a criação de um mecanismo de coordenação regional para ajudar aos países quando afetados por catástrofes naturais, como acontece atualmente com Venezuela e Colômbia.

O governante equatoriano também prestou homenagem ao ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner, falecido em outubro.

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Para Correa, Cúpula é marco contra golpes de Estado na América Latina

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