Terça-feira, 5 de maio de 2026
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O primeiro-ministro paquistanês, Yousef Raza Guilani, pediu neste sábado (14/8) união para superar as inundações e anunciou o cancelamento da maioria dos atos pelo dia da independência do país, declarada em 14 de agosto de 1947.

“Peço a toda a nação para que ajude as vítimas das inundações. Não há dúvida de que esta crise não pode ser enfrentada só pelo Governo”, disse Guilani em discurso à nação transmitido pela televisão.

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O primeiro-ministro paquistanês lembrou que a catástrofe já superou o número de afetados pelo tsunami que atingiu o Sudeste Asiático em 2004 e pediu à comunidade internacional para que forneça ajuda à altura das circunstâncias.

“Apesar de nossos esforços, ainda há afetados aos quais não pudemos chegar”, contou Guilani.

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Até agora, as inundações no Paquistão – as piores em 80 anos – provocaram 1.384 mortes, afetaram quase 20 milhões de pessoas e destruíram 700 mil casas, segundo os dados oficiais.

Cólera

A ONU descartou hoje a existência de cólera no Paquistão, horas após ter divulgado um comunicado no qual contabiliza o primeiro caso confirmado entre os afetados pelas graves inundações do Paquistão.

“Foi um erro. Não há nenhum caso confirmado”, disse em declarações à Agência Efe o porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, Maurizio Giuliano.

Mais cedo, representantes da ONU afirmaram que havia sido confirmado o primeiro caso de cólera no país.

As instituições humanitárias detectaram milhares de casos de diarréias, infecções da pele ou gástricas devido às águas contaminadas, e alertaram sobre a necessidade de facilitar o acesso a água potável.

A cólera, uma doença aguda, se manifesta como uma infecção intestinal. A pessoa pode ser contaminada bebendo qualquer líquido ou alimento contaminado com a bactéria que dá nome à afecção.

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No domingo, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, visitará o país para ver de perto a devastação.

A ONU pediu 459 milhões de dólares à comunidade internacional para ajudar o Paquistão, dos quais recebeu 20%, segundo o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas (Ocha, na sigla em inglês).

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Paquistão lembra independência em meio a inundações

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