Quarta-feira, 10 de junho de 2026
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Ruggero Conti, padre  de Roma, foi condenado nesta quinta-feira (03/03) por um Tribunal de Justiça da capital italiana a 15 anos e quatro meses de prisão e a pagar 200 mil euros de indenização por ter abusado entre 1998 e 2008 de sete crianças.

A sentença foi ditada pela 6ª Seção do Tribunal Penal de Roma após três horas de deliberações. O procurador, Francesco Scavo, pediu 18 anos de prisão e o advogado de defesa, Patrizio Spinelli, a absolvição, afirmando que não existiam “provas claras” e que o sacerdote era um “homem de bem”.

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Após a sentença, uma das vítimas disseque esperava uma condenação deste tipo e que sempre confiou na Justiça e que “esperava”. Segundo denúncias, Conti atraía as crianças com presentes. Ele foi preso em 29 de junho de 2008 sob a acusação de ter molestado e abusado de crianças que foram deixadas com o padre para estudar ou para passar o verão, quando a família argumentava que não poderia cuidar dos jovens.

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O advogado da parte civil, Fabrizio Gallo, declarou à imprensa local que pedirá agora à Cúria de Roma ressarcimento econômico para compensar as pessoas “que ficaram marcadas para o resto da vida”. Gallo acrescentou que o julgamento demonstrou que as acusações eram verdadeiras e espera que a Igreja estenda mão às vítimas “para pedir perdão e ajudá-las”.

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Padre italiano é condenado a 15 anos de prisão por pedofilia

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