Organismos de direitos humanos e resistência denunciam assassinatos em Honduras
Organismos de direitos humanos e resistência denunciam assassinatos em Honduras
A resistência hondurenha e organismos de direitos humanos condenaram os assassinatos do professor Mario Contreras, subdiretor do Instituto Abelardo Fortín, e do dirigente Antonio Leiva, ambos membros da frente de repúdio ao golpe.
Segundo um informe preliminar do Comitê de Familiares de Detidos e Desaparecidos de Honduras (Cofadeh), Contreras se encontrava a 100 metros de sua residência quando dois homens desconhecidos, guiando uma moto, dispararam contra seu rosto. O professor foi levado a um centro de saúde, mas faleceu poucos minutos depois, afirmou a rede Telesur.
O Centro para a Prevenção, Tratamento e Reabilitação das Vítimas da Tortura e seus Familiares (CPTRT) disse que “de acordo com o testemunho dado pelos familiares, se presume que o assassinato foi executado por sicários (assassino de aluguel), já que nenhum bem do falecido foi roubado”.
Antonio Leiva, outro membro da resistência, foi encontrado sem vida na zona de Santa Bárbara, oeste do país. Segundo versões de conhecidos, o homem foi raptado de manhã e o corpo, encontrado horas mais tarde.
A presidente do Cofadeh, Berta Oliva, também denunciou aos meios de comunicação estrangeiros que vários dirigentes opositores receberam ameaças de morte anônimas e que membros da organização temem por sua segurança. Entre os que estariam correndo perigo estão o candidato presidencial Carlos Reyes, o líder agrário Rafael Alegría, o dirigente Juan Barahona, a deputada Silvia Ayala e o ativista dos direitos humanos, Andrés Pavón.
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