Opositores fracassam em anulação da nova Lei de Comunicação no Equador
Opositores fracassam em anulação da nova Lei de Comunicação no Equador
Parlamentares da oposição do Equador fracassaram na tentativa de atrasar o debate sobre o projeto de lei que vai alterar as regras da mídia no país. Em sessão realizada hoje (8/7), na Assembleia Nacional (Congresso), tentaram alterar a ordem do dia, o que anularia o segundo debate do projeto da Lei de Comunicação, elaborado por uma comissão com maioria governista.
Os opositores consideram que o documento da comissão especial é ilegal, já que as atividades desse grupo foram prorrogadas de maneira irregular no dia 18 de junho e o texto foi entregue somente no dia 2 de julho.
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A oposição buscava mudar o segundo ponto da agenda para abordar a atuação do governista Rolando Panchana, vice-presidente da casa, que autorizou a prorrogação quando estava no comando do Congresso, o que constituiria uma “duplicação” de funções.
Após sucessivas votações, os legisladores reuniram 60 votos a favor, 59 contra e uma abstenção, o que não garantiu que a moção apresentada pelo parlamentar Jimmy Pinoargote fosse analisada. Eram necessários 63 votos de um total de 124.
Ontem, a oposição afirmou que contava com 66 assinaturas para respaldar a mudança da ordem do dia. Os legisladores queriam desconhecer a decisão de Panchana e fazer com que o projeto fosse novamente tratado por uma comissão designada pelo Conselho de Administração Legislativa.
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A Lei da Comunicação, duramente criticada pela oposição e pela imprensa do país, além de ser apelidada de a “Lei da Mordaça”, é defendida pelo governo de Rafael Correa, que considera o projeto indispensável para evitar abusos e para democratizar os meios de comunicação.
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