Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos recomendou que as autoridades do Haiti examinem em detalhes as razões do retorno do ex-presidente haitiano Jean Claude Duvalier, conhecido como Baby Doc, ao país. Para as Nações Unidas, os efeitos do regresso de Baby Doc são imprevisíveis e o alerta deve ser mantido.

O porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville, afirmou que o interrogatório a que foi submetido Baby Doc ontem (18/01) e as acusações feitas formalmente pela Promotoria de Justiça do Haiti não indicam ainda se há disposição em punir o ex-presidente da República.

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“É preciso reunir provas de uma forma organizada. Não se pode construir um caso baseado no nada. Portanto, não se sabe se há pedidos pendentes de prisão”, disse o porta-voz. Segundo ele, é fundamental lembrar que durante os 15 anos que esteve no poder Baby Doc é acusado de violações dos direitos humanos.

Para o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, o retorno de Baby Doc ao Haiti no último dia 16 – quando estava previsto e depois foi cancelado o segundo turno das eleições presidenciais no país – deve ser analisado como algo que “levanta questões sobre responsabilidade e impunidade”.

Baby Doc governou o Haiti no período de 1971 a 1986. Ele foi deposto do poder por uma reação popular. Era acusado de uma série de crimes e de promover o terror no país por meio da ação das milícias – grupo denominado de Tontons Macoutes. Por 25 anos, o ex-presidente viveu na França.

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ONU recomenda atenção e alerta ao retorno de Baby Doc ao Haiti

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