Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou nesta quarta-feira (18/8) a morte de três soldados indianos em um ataque rebelde contra uma base da Missão das Nações Unidas para a Estabilização da República Democrática do Congo (Monusco).

Em declaração por meio de seu porta-voz, Martin Nesirky, o secretário-geral pediu ao governo congolês uma investigação “imediata” do incidente para julgar o mais rápido possível os diretores pelo ataque.

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“O secretário-geral quer aproveitar a ocasião para parabenizar os homens e mulheres da Monusco por seus esforços na proteção da população civil, coordenar a distribuição de ajuda humanitária e levar a paz à República Democrática do Congo”, acrescentou Nesirky.

O ataque com facões, lanças e outras armas brancas aconteceu durante a madrugada na base da missão de paz na cidade de Kirumba, a 140 quilômetros da cidade de Goma, capital da província de Kivu Norte, informou a Monusco.

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Além das três vítimas, segundo a mesma fonte, outros dez capacetes azuis ficaram gravemente feridos no ataque que, supostamente, foi cometido por cerca de 50 guerrilheiros congoleses mai-mai e rebeldes hutus das chamadas Forças de Libertação de Ruanda que operam no leste do Congo.

O Conselho de Segurança da ONU decidiu em maio retirar 2 mil soldados e a Monusco contará com um máximo de 19.815 soldados, 760 observadores militares e 1,5 mil policiais, que estão autorizados a permanecer no país até 30 de junho de 2011.

A Missão da ONU, que está no Congo desde 2001, começou sua retirada a pedido do governo congolês.

As autoridades de Kinshasa consideram desnecessária a ampla presença de tropas estrangeiras das Nações Unidas – que chegaram a somar cerca de 22 mil soldados.





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ONU condena morte de capacetes azuis no Congo-Kinshasa

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