Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O Grupo de Trabalho da ONU sobre Desaparecimentos Forçados ou Involuntários começou a investigar mais de 300 novos casos e acaba de enviar informação sobre outros episódios aceitos anteriormente.

Desta quarta-feira (3/11) até o dia 12 de novembro, dentro da 92ª sessão, o Grupo de analistas independente irá trocar pontos de vista sobre os casos individuais que estão sob investigação.

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Será avaliado ainda em Genebra o fenômeno geral dos desaparecimentos forçados, em reuniões com delegações governamentais, outras agências da ONU, assim como familiares das vítimas e ONGs.

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O Grupo de Trabalho contabilizou mais de 50 mil casos de desaparecimentos involuntários desde sua criação em 1980 pela Comissão de Direitos Humanos da ONU.

O grupo é composto por cinco analistas independentes de todas as regiões do mundo: seu presidente, Jeremy J. Sarkin (da África do Sul) e Arial Dulitzky (Argentina), Jasminka Dzumhur (Bósnia-Herzegóvina), Olivier de Frouville (França), e Osman El-Hajjé (Líbano).

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ONU começa investigar 300 novos casos de desaparecimentos forçados

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