Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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A Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) divulgou nesta quarta-feira (23/03) o número de mortos na Líbia para 640 pessoas. Dessas pessoas, 130 seriam militares da região de Benghazi executados por seus oficiais por se negarem a disparar contra a população que protesta contra o regime do coronel Muamar Kadafi.

A presidente da FIDH, Souhayr Belhassen, garantiu que a metodologia com a qual sua organização trabalha contabiliza os mortos “um a um” graças às informações repassadas por fontes médicas e militares no terreno.

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A FIDH considera os assassinatos ocorrem de forma “sistemática e generalizada”, acrescentou Belhassen. Por essa razão, eles solicitam a intervenção do Tribunal Penal Internacional (TPI) por entenderem que ocorrem crimes contra a humanidade no país.

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Por sua vez, em declarações à rede de televisão Al Arabiya, um membro líbio do Tribunal Penal Internacional (TPI) elevou a 10 mil as pessoas que morreram na Líbia desde o início dos protestos populares. Em suas declarações, onde assinalou que não fala em nome do tribunal, afirmou que os feridos podem chegar a cerca de 50 mil.

Além disso, lembrou que “desde que Kadafi chegou ao poder, assassinou a milhares de pessoas e também a milhares de presos”.

Por sua vez, o governo líbio afirmou na terça-feira à noite que os mortos pelos distúrbios que atingem a Líbia nos últimos dias somam 300, dos quais 189 são civis e outros 111 membros das forças de segurança, militares ou policiais.

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ONG de Direitos Humanos contabiliza 640 mortos na Líbia, dos quais 130 militares

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