OEA se dispõe a intervir entre Colômbia e Venezuela se for convidada
OEA se dispõe a intervir entre Colômbia e Venezuela se for convidada
O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, reiterou nesta quarta-feira (25/8) em Bogotá a vontade de intervir para ajudar na superação das diferenças entre Colômbia e Venezuela se o governo de Hugo Chávez pedir.
“A OEA não se envolve em assuntos pendentes de caráter bilateral entre países membros, a menos que solicitem os governos, de comum acordo. Não vamos intervir no tema da Venezuela, até a solicitação mudar”, afirmou.
Insulza se pronunciou ao sair de uma reunião com o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, e a chanceler desse país, María Ángela Holguín – que assumiram seus cargos no último dia 7 de agosto.
Colômbia e Venezuela retomaram seus vínculos diplomáticos no último dia 10, em um colóquio entre Santos e Chávez, após 20 dias de ruptura. Desde então, os chanceleres e ministros de ambos países já realizaram reuniões para avançar na formação de cinco comissões que impulsionarão o restabelecimento.
O rompimento foi efetuado por Caracas em 22 de julho, depois que representantes do então presidente colombiano, Álvaro Uribe (2002-2010) acusaram a nação vizinha de abrigar em seu território guerrilheiros das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e do Exército de Libertação Nacional.
A denúncia foi apresentada durante uma sessão do Conselho Permanente da OEA, cuja convocação havia sido pedida pelo governo de Uribe. Ainda em Bogotá, Insulza também se encontrará com o presidente do senado local, Armando Benedetti. Ele se reunirá ainda com funcionários da OEA que participam de uma missão com a função de supervisionar o processo de reintegração civil de 31 mil paramilitares. Após a Colômbia, Insulza vai para o Haiti.
Siga o Opera Mundi no Twitter
NULL
NULL
NULL






















