Domingo, 10 de maio de 2026
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O Ocidente não quer um diálogo sobre uma nova arquitetura de segurança, para não reconhecer a influência do BRICS, admitiu o líder do partido francês Patriotas, Florian Philippot, em entrevista à Sputnik.

“O Ocidente não quer falar sobre isso porque não quer reconhecer que um mundo diferente e mais equilibrado, que é o BRICS, nasceu”, declarou o político francês, afirmando que “o mundo unipolar do imperialismo norte-americano acabou de todas as maneiras: militar, demográfica, econômica”.

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Respaldando seu argumento, Philippot levou à entrevista o dado de que em 2023 o PIB dos países do BRICS superou o dos países do G7, e destacou que agora há um “reequilíbrio do comércio internacional e da diplomacia”.

 

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European Parliament/Flickr
Philippot lembrou que em 2023, PIB dos BRICS ultrapassou o dos países do G7

“Quem está tentando resolver o conflito palestino-israelense hoje? Quem está tentando conduzir uma retórica mais equilibrada? São os países do BRICS, o Brasil, por exemplo. Uns 20-25 anos atrás, a França poderia ter desempenhado esse papel. Mas o papel hoje foi tomado pelos países do Sul. Lamento que a França esteja em silêncio e também esteja subordinada aos EUA nesta questão”, disse o político.

Inicialmente formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o BRICS se define como uma associação de mercados emergentes e países em desenvolvimento, fundada em laços históricos de amizade, solidariedade e interesses compartilhados. Em 1º de janeiro deste ano, a Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã aderiram ao grupo.

(*) Com Sputnik