Sábado, 16 de maio de 2026
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O presidente dos EUA, Barack Obama, promulgou a lei de cortes de impostos acordada com os líderes republicanos e que gerou críticas entre suas próprias bases democratas, em uma solene cerimônia nesta sexta-feira (17/12) na Casa Branca.

Em cerimônia no auditório do edifício Eisenhower do complexo presidencial, Obama assegurou que a assinatura da lei “é uma boa notícia para o povo norte-americano nesta época do ano” e representa “uma vitória substancial para as famílias de classe média”.

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Na noite passada o Congresso aprovou a medida, avaliada em 858 bilhões de dólares e que prorroga durante dois anos os cortes de impostos para milhões de norte-americanos aprovados durante o mandato de George W Bush (2001-2009).

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Além da lei, que a Casa Branca considera imprescindível para estimular o crescimento econômico, estende durante 13 meses os subsídios ao desemprego.

Compromissos

A Câmara dos Representantes aprovou a lei na noite de quinta-feira, com 277 votos a favor e 148 contra. A maior parte dos votos contra foi de democratas, que reprovaram o fato de o presidente ter aprovado um plano que inclui cortes de impostos aos mais ricos, apesar do que Obama havia prometido até agora. De modo significativo, a presidente da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, não participou da cerimônia.

Em referência a essas desavenças, o governante norte-americano reconheceu que “há elementos nesta lei que os membros de seu partido não gostam” e “há coisas com as quais os republicanos não estão muito contentes. Mas assim são os compromissos”.

Os cortes, aprovados durante a presidência de George W. Bush, venciam em 31 de dezembro, e sem essa extensão a maioria dos norte-americanos sofreria um aumento tributário a partir de janeiro de 2011.

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Obama sanciona lei de cortes de impostos aprovada na véspera

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