Domingo, 17 de maio de 2026
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Quatro dias após o tiroteio em Tucson, no Arizona, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu aos cidadãos norte-americanos que não se voltem “uns contra os outros” e para que falem de “modo a curar, não para ferir”. Obama discursou ontem (12/01) durante cerimônia em homenagem às vítimas do tiroteio, que deixou seis pessoas  mortas e feriu outras 14, entre elas a deputada democrata Gabrielle Giffords, considerada pela polícia o alvo principal do ataque.

Obama visitou Giffords no hospital nesta quarta-feira e revelou que a deputada “abriu os olhos pela primeira vez”. A arena esportiva que abrigou o evento, lotado, foi tomada por aplausos e gritos. “Gabrielle sabe que estamos aqui, que temos carinho por ela e que a estaremos apoiando no que será um caminho difícil” para sua recuperação, indicou, enquanto uma comovida Michelle Obama abraçava o marido da deputada, o astronauta Mark Kelly.

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O presidente norte-americano manifestou que ninguém pode saber ainda o que levou ao ataque e declarou que o caso não pode ser aproveitado para colocaram os cidadãos uns contra os outros. “Em lugar de nos apontarmos com o dedo e de jogar a culpa no outro, usemos esta oportunidade para ampliar nossa imaginação moral, para nos escutar mais cuidadosamente, para aguçar nossos instintos de empatia”, declarou Obama.

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O líder norte-americnao recordou cada uma das seis vítimas fatais, desde o juiz federal John Roll à menina de nove anos Christina Taylor Green, para afirmar que “a perda desta maravilhosa gente deveria nos fazer tentar ser melhores em nossas vidas diárias”.

Segundo indicou Obama, diante de uma audiência de 14 mil pessoas no centro McKale da Universidade do Arizona, além de outras dez mil que não puderam entrar no pavilhão, “as forças que nos dividem não são tão fortes quanto as que nos unem”.

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Obama pede união nacional como resposta à tragédia no Arizona

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