Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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O governo da Nova Zelândia declarou estado de emergência e impôs toque de recolher na cidade de Christchurch neste sábado (4/9), após o terremoto de 7,2 graus na escala de Richter da véspera, que causou dezenas de feridos e importantes danos em estruturas públicas e prédios privados no sul do país.

Horas após o tremor, o primeiro-ministro neozelandês, John Key, foi até a área afetada para supervisionar os danos e às equipes de emergência, que trabalham para restabelecer o abastecimento de energia elétrica e água, e a chegada de agentes da polícia com a missão de evitar saques.

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Terremoto de 7,2 graus atinge Nova Zelândia: não há vítimas

“Está sendo difícil manter a tranquilidade entre os cidadãos após o violento tremor. A maioria dos moradores de Christchuch respondeu bem, salvo alguns lamentáveis casos de furtos”, afirmou o primeiro-ministro ao descer do avião.

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O terremoto ocorreu durante a madrugada a 28,4 quilômetros de profundidade no mar e a 31 quilômetros ao noroeste de Christchurch, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica mundial.

Desde as 19h está em vigor o toque de recolher em Chistchurch, por um período de 12 horas, e a polícia colocou cem agentes nos bairros mais afetados pelo terremoto para garantir a segurança da população.

Telefonia

Segundo os dados oficiais provisórios, o terremoto causou prejuízos avaliados em 2 bilhões de dólares neozelandeses (de dólares 1,4 bilhão). Prédios foram destruídos e diversos bairros de Christchuch, segunda maior cidade do país, ficaram sem água e sem eletricidade.

Após o tremor, ocorreram diversas réplicas (abalos de intensidade menor que seguem um terremoto). Como forma de prevenção, as autoridades fecharam temporariamente o aeroporto da cidade. O serviço de telefonia celular entrou em colapso devido ao grande número de ligações feitas pela população. As autoridades abriram centros de emergência para atender às vítimas e informaram que os colégios e as universidades não abrirão na segunda-feira.

“Acredito que tivemos muita sorte”, declarou à imprensa o ministro da Defesa Civil, John Carter, ao constatar que nenhuma pessoa morreu por causa do terremoto.

Gritos e caos

A polícia disse que inúmeras chaminés despencaram e em muitas casas tetos e paredes caíram ou sofreram rachaduras na periferia de Christchurch. Enquanto as autoridades tentam restabelecer a ordem na cidade e tranquilizar a todos, alguns moradores estão agitados pela interrupção dos serviços de eletricidade e água e diante da imagem de fachadas completamente destruídas. As filas de veículos nos postos de gasolina, que permaneciam fechados, provocaram engarrafamentos na cidade, porque milhares tentavam sair.

“E possível ouvir gritos: isso é uma loucura”, disse uma emissora de rádio local “Abbie Rilkoff”, uma moradora de Christchurch.

“As pessoas estão assustadas e tentam fazer compras para deixar a cidade, mas as estações estão fechadas”, acrescentou.

O terremoto foi o maior nos últimos 70 anos no país e também afetou outras cidades importantes do sul do país e povoados, que continuavam sem eletricidade. As autoridades temem o desmoronamento do Hotel Empire, um prédio histórico na cidade de Lyttelton, situado a 448 quilômetros ao sul da capital, Wellington. A Nova Zelândia sofre 14 mil terremotos por ano, dos quais grande parte é de baixa intensidade, embora entre 100 e 150 tenham força suficiente para serem percebidos.

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Nova Zelândia declara estado de emergência após terremoto de 7,2 graus

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