Segunda-feira, 6 de abril de 2026
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Em discurso de agradecimento pelo Nobel da Paz, Barack Obama, disse estar honrado por ter sido escolhido e considera o prêmio como um chamado para a ação. Segundo ele, a homenagem não é vista como “um reconhecimento pelas minhas conquistas, mas pela afirmação da liderança norte-americana frente às aspirações das pessoas do mundo”. “Sinto que não mereço estar ao lado de tantas figuras transformadoras que já foram honradas com este prêmio”. 

Matthew Cavanaugh/EFE



O presidente dos EUA ao telefone no Salão Oval, em Washington, antes de falar aos jornalistas

Obama afirmou que o prêmio reflete o mundo que as pessoas querem construir e principalmente um chamado para a ação, para que as nações encarem os desafios do século 21, como a proliferação nuclear, o clima e os conflitos. “Os desafios não podem ser encarados por qualquer líder sozinho ou qualquer nação sozinha”, disse. Segundo ele, é preciso buscar um mundo em que os conflitos se resolvam pacificamente.

O comitê deu o prêmio a Obama menos de nove meses após ele assumir a Presidência. Apesar de estabelecer uma agenda internacional ambiciosa, ele ainda tem de conseguir avanços no Oriente Médio ou na questão do programa nuclear iraniano. Ele também enfrenta escolhas difíceis sobre a condução da guerra no Afeganistão.

Sem citar seu antecessor George W. Bush, o comitê salientou as diferenças no envolvimento dos Estados Unidos com o resto do mundo desde a mudança de governo em Washington, em janeiro. “A diplomacia multilateral recobrou uma posição central, com ênfase no papel que as Nações Unidas e outras instituições internacionais podem desempenhar.”

Nobel da Paz é um chamado para a ação, diz Obama

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