Segunda-feira, 15 de junho de 2026
APOIE
Menu

O chefe de gabinete do governo do Japão, Yukio Edano, sugeriu hoje (20/03) a demolição da Usina Nuclear de Fukushima Daiichi em decorrência das explosões e vazamentos ocorridos no local. Mas, segundo Edano, a recomendação deve ser submetida a procedimentos técnicos e políticos. Ele acrescentou ainda que não há definição sobre o retorno das operações dos reatores da usina.

As informações são da rede estatal de televisão do Japão, a NHK, e da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica). Ontem (19/03), o governo do Japão confirmou que os acidentes nucleares causaram a contaminação de iodo na água e no meio ambiente em torno na região de Fukushima. As autoridades japonesas pediram apoio das agências internacionais para verificarem os níveis de contaminação.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

Leia mais:

No Twitter, japoneses mandam porta-voz 'dormir' e primeiro-ministro 'acordar'

Usina nuclear de Fukushima anuncia novo incêndio no reator número 4

Número de mortos no Japão pode ultrapassar 10 mil

Terremoto e tsunami devem atrasar em seis meses recuperação econômica do Japão, diz banco

AIEA considera improvável que crise nuclear no Japão seja 'novo Chernobyl'

Japão registrou 250 terremotos moderados nos últimos dias

Japão tenta controlar nova pane em reator de usina nuclear após segunda explosão

Mais lidas

Paralelamente, os técnicos trabalham no resfriamento dos reatores de Fukushima. Segundo especialistas, o resfriamento é usado para evitar a liberação de radioatividade. Ele feito por meio de água jogada por helicópteros e caminhões-pipa.

O assessor especial da AIEA, Graham Andrew, afirmou que há uma equipe de peritos monitorando os níveis de radiação em sete regiões do Japão. Segundo Graham, os níveis identificados ontem são inferiores aos dos dias anteriores. O assessor confirmou que a agência entrou em contato com a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) para verificar a presença de radioatividade nos alimentos e na agricultura das zonas afetadas.

Siga o Opera Mundi no Twitter 

Conheça nossa página no Facebook

No Japão, autoridades defendem a demolição da Usina de Fukushima

NULL

NULL

NULL