Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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Desde 16 de setembro, quando começaram as manifestações no Irã contra a morte de Mahsa Amini, jovem curda de 22 anos, por supostamente não “utilizar corretamente” o hijab, 185 pessoas teriam morrido no contexto dos protestos.

A informação foi divulgada, neste domingo (09/10), pela Iran Humans Right, que tem sede em Oslo, na Noruega. Ainda de acordo com a entidade, 19 das vítimas seriam crianças ou adolescentes. A ONG afirma, ainda, que crianças estão sendo presas pelo governo iraniano, por protestarem nas escolas.

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Os manifestantes entendem que Amini foi assassinada por espancamento, contrariando a versão oficial do governo iraniano, de que a jovem curda não teria morrido por atos violentos, mas de doença, em um hospital.

A capital iraniana, Teerã, foi tomada por manifestações na noite do último sábado (08/10). No exterior, também aconteceram protestos, pedindo punição aos envolvidos no possível espancamento.

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Manifestantes hackearam TV estatal e atacaram líder do país, Ali Khamenei

Wikicommons

Capital iraniana, Teerã, foi tomada por manifestações na noite do último sábado (08/10)

A Iran Humans Right pede que os responsáveis pelo atentado contra Amini sejam levados aos tribunais internacionais por crime contra a humanidade. Em outras cidades iranianas, jovens atiraram coquetéis molotov em mesquitas, centros de Bassidji, milícias paramilitares e escritórios de imãs.

Neste domingo (09/10), um grupo conseguiu hackear o canal de televisão estatal e exibiu a imagem do líder do país, Ali Khamenei, em chamas com a seguinte mensagem: “O sangue de nossos jovens pinga de seus dedos”.