Na véspera das eleições, militares colombianos são condenados por "falsos posivitos"
Na véspera das eleições, militares colombianos são condenados por "falsos posivitos"
Na véspera do segundo turno das eleições presidenciais na Colômbia, dois militares, Luis Castañedas e Marco Villegas, foram condenados a 28 anos de prisão por assassinar civis como parte da prática de “falsos positivos”. Segundo a Telesur, as vítimas foram dois camponeses do departamento de Antioquia, na região noroeste do país.
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Na Colômbia, o termo “positivo” significa capturar ou eliminar pessoas consideradas inimigas do Estado. Uma das práticas dos militares é assassinar civis que não têm relação com o tráfico nem com a guerrilha para aumentar o número na prestação de contas do combate às drogas e às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
Assista ao vídeo que mostra a comemoração de familares de vítimas dos falsos positivos ao ser noticiada a condenação:
Segundo a guerrilha, durante o governo de Uribe, as execuções extrajudiciais alcançaram “o grau mais alto da traição humana”.
Em outubro de 2009, um relatório da Procuradoria-Geral acusava o Exército de matar mais de dois mil jovens, que depois foram apresentados como baixas de combate. De acordo com os dados, entre eles haveriam 59 menores de idade e 122 mulheres.
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<br />Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) acusaram o presidente colombiano, Álvaro Uribe, de medir o sucesso “de sua criminosa política de segurança em litros de sangue”.
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<br />Segundo a guerrilha, durante o governo de Uribe, as execuções extrajudiciais alcançaram “o grau mais alto da traição humana”.
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<br />Em outubro de 2009, a procuradoria-geral da Colômbia divulgou um
relatório que acusava o exercito a matar mais de dois mil jovens desde
2002, e que posteriormente foram apresentados como baixas de combate.
De acordo com os dados, entre eles haveriam 59 menores de idade e 122
mulheres.
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