Quarta-feira, 29 de abril de 2026
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Na véspera do segundo turno das eleições presidenciais na Colômbia, dois militares, Luis Castañedas e Marco Villegas, foram condenados a 28 anos de prisão por assassinar civis como parte da prática de “falsos positivos”. Segundo a Telesur, as vítimas foram dois camponeses do departamento de Antioquia, na região noroeste do país.

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Na Colômbia, o termo “positivo” significa capturar ou eliminar pessoas consideradas inimigas do Estado. Uma das práticas dos militares é assassinar civis que não têm relação com o tráfico nem com a guerrilha para aumentar o número na prestação de contas do combate às drogas e às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Assista ao vídeo que mostra a comemoração de familares de vítimas dos falsos positivos ao ser noticiada a condenação:




As Farc acusaram o presidente colombiano, Álvaro Uribe, de medir o sucesso “de sua criminosa política de segurança em litros de sangue”.

Segundo a guerrilha, durante o governo de Uribe, as execuções extrajudiciais alcançaram “o grau mais alto da traição humana”.

Em outubro de 2009, um relatório da Procuradoria-Geral acusava o Exército de matar mais de dois mil jovens, que depois foram apresentados como baixas de combate. De acordo com os dados, entre eles haveriam 59 menores de idade e 122 mulheres.

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<br />Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) acusaram o presidente colombiano, Álvaro Uribe, de medir o sucesso “de sua criminosa política de segurança em litros de sangue”.
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<br />Segundo a guerrilha, durante o governo de Uribe, as execuções extrajudiciais alcançaram “o grau mais alto da traição humana”.
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<br />Em outubro de 2009, a procuradoria-geral da Colômbia divulgou um
relatório que acusava o exercito a matar mais de dois mil jovens desde
2002, e que posteriormente foram apresentados como baixas de combate.
De acordo com os dados, entre eles haveriam 59 menores de idade e 122
mulheres.
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Na véspera das eleições, militares colombianos são condenados por "falsos posivitos"

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