Domingo, 17 de maio de 2026
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Uma mulher palestina morreu neste sábado (1º/1) após inalar um gás tóxico lançado pelo exército de Israel, durante uma manifestação na sexta-feira contra o muro de separação construído na Cisjordânia.

Um dos organizadores do protesto, na localidade de Bilin, o ativista israelense Jonathan Pollak, disse à agência de notícias espanhola Efe que a vítima teve um irmão que também morreu, em abril de 2009, por causa da repressão do exército israelense contra uma manifestação convocada na mesma localidade.

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Pollak ressaltou que, após inalar uma grande quantidade de gás tóxico lançado pelas tropas israelenses para dissipar os manifestantes, ela foi hospitalizada em Ramallah e morreu por asfixia esta manhã, apesar dos esforços realizados durante toda a noite pelos médicos para salvá-la.

Na manifestação de sexta-feira participaram centenas de pessoas, incluindo o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad. O protesto foi o último do ano em Bilin, onde às sextas-feiras de 2010 ativistas palestinos e pacifistas israelenses e internacionais vinham convocando manifestações contra o muro.

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A manifestação levava um grande cartaz de agradecimento aos seis países latino-americanos – Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Equador – que em 2010 reconheceram ou anunciaram que em breve reconhecerão um Estado palestino com base nas fronteiras de 1967.

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Mulher palestina morre com gás tóxico lançado por Israel

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