Domingo, 17 de maio de 2026
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No momento em que refugiados na cidade de Khar, região de Bajaur, no noroeste do Paquistão, esperavam receber ajuda humanitária em um centro de distribuição do Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU (Organização das Nações Unidas), uma mulher-bomba se explodiu, deixando pelo menos 43 pessoas mortas e 64 feridas.

Segundo a polícia local, a mulher, cuja identidade ainda não foi descoberta, arremessou inicialmente duas granadas em direção à multidão. Depois, detonou os explosivos que trazia junto ao corpo. Nenhum grupo assumiu por enquanto a autoria do ataque.

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Efe



Feridos no atentado a bomba em Khar são levados a hospital em Peshawar, Paquistão

Bajaur faz parte das Áreas Tribais Administradas Federalmente (Fata), um território instável que faz fronteira com o Afeganistão, no qual membros de facções talebãs e outros grupos extremistas, como a rede Al Qaeda, buscam refúgio.

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Consultada pela Efe, uma porta-voz da ONU, Israt Rizvi, afirmou que nenhum trabalhador paquistanês ou estrangeiro foi atingido pela explosão, mas a imprensa paquistanesa informou que o PMA suspendeu suas operações após o incidente.

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Também neste sábado (25/12), o exército paquistanês afirmou ter matado 40 militantes na região tribal de Mohmand, onde, na véspera, 35 pessoas tinham morrido quando membros do Talebã atacaram postos de controle. Na mesma região, um ataque suicida deixou ao menos 40 mortos no início deste mês.

Islamabad nega as acusações de que não está fazendo o suficiente para conter o extremismo. O país apoiou o regime do Talebã no Afeganistão entre 1996 e 2001, mas se tornou aliado dos EUA após a invasão americana ao país vizinho.

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Mulher-bomba mata pelo menos 40 pessoas no Paquistão

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