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O presidente da Bolívia, Evo Morales, decretou na noite desta quarta-feira (30/12) um aumento de 20% nos salários dos trabalhadores para 2011 com o propósito de compensar o impacto provocado pelo aumento no custo dos combustíveis.

Em mensagem dirigida aos bolivianos, Morales disse que assinou o decreto que estabelece que o salário mínimo nacional aumente em 20% no próximo ano, o mesmo que os valores da Polícia, Forças Armadas e os setores de saúde e educação.

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O presidente afirmou que está atuando com “responsabilidade”, porque o dinheiro que o Estado empregava para subsidiar os combustíveis, uma parte do qual era desviada pelo contrabando a outros países, passará aos salários.

“Sou responsável com o que disse: esse dinheiro, em vez de sair, ficará aqui. Histórico!”, sustentou Morales.

Em sua mensagem, o governante também citou outras medidas para assistir os produtores agrícolas e dar planos de emprego de emergência em regiões pobres como a cidade de El Alto, próxima a La Paz, e o Plano 3000 da cidade de Santa Cruz.

Morales voltou a defender o aumento do preço dos combustíveis mais comuns, que subiram entre 57% e 82%, apesar de ter reconhecido que se trata de uma medida “dura” para as famílias.

Apesar disso, o presidente boliviano sustentou que agiu para “cuidar da economia” do país, já que em 2011 o subsídio aos combustíveis subiria para 600 milhões de dólares, dos quais metade se perderia pelo contrabando.

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Morales decreta aumento de 20% nos salários devido a alta nos combustíveis

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