Domingo, 17 de maio de 2026
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O presidente da Bolívia, Evo Morales, anulou no sábado (01/01) o decreto que aumentava o preço dos principais combustíveis em até 82%, após a onda de protestos que o país andino viveu nos últimas dias.

A ameaça era de de novas manifestações aconteceriam na próxima segunda-feira (03/01), mas o presidente garantiu que os protestos não serão mais necessários.

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“Isto quer dizer que todas as medidas ficam sem efeito. Não existe nenhuma justificativa agora para subir as passagens (de ônibus), para aumentar o preço dos alimentos, nem para a especulação. Tudo volta à situação anterior”, sustentou.

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Morales transmitiu a mensagem acompanhado do seu vice-presidente, Álvaro García Linera, e do chanceler do país, David Choquehuanca, após ter se reunido nesta sexta-feira durante várias horas com suas bases sociais na região de Chapare e com seus ministros em Palacio.

O líder boliviano foi criticado nesta semana pelos sindicatos e movimentos sociais que o acusaram de tomar medidas “neoliberais” e chegaram a pedir a sua renúncia durante suas manifestações.

As mobilizações mais violentas aconteceram na quinta-feira, principalmente na cidade de El Alto, próxima a La Paz, onde até então Morales encontrara uma aliada incondicional.

Novos protestos estavam agendados para segunda-feira, entre eles uma passeata de milhares de mineiros desde o planalto até La Paz, além de uma greve em empresas do setor e um bloqueio camponês em estradas.

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Morales cede a protestos e anula aumento do preço dos combustíveis

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