Domingo, 17 de maio de 2026
APOIE
Menu

O ministro da Defesa da Itália, Ignazio La Russa, comemorou nesta sexta-feira (7/1) a decisão do Supremo Tribunal Federal de manter preso o ex-militante italiano Cesare Battisti, cuja extradição é pedida por Roma por causa de quatro homicídios cometidos nos anos 70.

“Estou contente que os juízes brasileiros e a opinião pública italiana entenderam que não é possível que Battisti não seja extraditado”, afirmou o ministro, que disse estar “acompanhando o caso com atenção”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Presidente do Supremo nega liberdade a Battisti; caso voltará ao plenário do STF

Caso Battisti: PSI quer que Internacional Socialista intervenha junto a Dilma 

Itália vai usar meios legais e descarta romper acordos, diz chanceler  

Relações com o Brasil não serão abaladas, mas Itália insistirá na extradição, diz Berlusconi   

Italianos organizam série de protestos contra decisão do Brasil em relação a Battisti    

Chanceler italiano analisa caso Battisti com embaixador da Itália no Brasil  
 

O presidente do STF, Cezar Peluso, decidiu na quinta-feira (6/1) negar o pedido de soltura de Battisti, feito pela defesa do italiano. Ele também determinou que todos os pedidos relativos ao processo fossem encaminhados para o relator Gilmar Mendes, que deverá levar o assunto ao plenário do tribunal em 2 de fevereiro, data da primeira sessão do ano.

Mais lidas

Atualmente preso na penitenciária da Papuda, em Brasília, Battisti se tornou foco da agenda bilateral em 2009, quando o então ministro da Justiça brasileiro, Tarso Genro, concedeu a ele o status de refugiado político.

O tema voltou a sair na imprensa nos dois países, além de suscitar reações de políticos, no último dia 31, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou a favor da permanência do ex-militante do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) no Brasil, contrariando um parecer anterior, do STF, pela extradição. Após a decisão de Lula, a defesa do italiano entrou com o pedido para que ele fosse solto. O governo italiano, por sua vez, apresentou um pedido de impugnação do pedido de soltura.

Condenado à revelia por quatro homicídios cometidos na década de 1970, Battisti fugiu da Itália ainda naquela época. Após passar por México e França, ele viajou ao Brasil, em 2004, onde foi preso em 2007.





Siga o Opera Mundi no Twitter                

Conheça nossa página no Facebook
 
 

Ministro italiano elogia decisão do STF de não soltar Battisti

NULL

NULL

NULL