Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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O ministro das Finanças da Irlanda, Brian Lenihan, disse neste domingo (21/11) que recomendará que o governo de Dublin apresente uma solicitação formal para o plano de ajuda financeira da União Europeia e do FMI (Fundo Monetário Internacional) ao país.

“Vou recomendar ao governo que inicie os trâmites formais para ter acesso ao programa”, declarou o ministro à emissora irlandesa RTÉ.

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Lenihan disse que submeterá a proposta esta tarde à reunião ministerial na qual devem ser concluídos os termos do plano de austeridade pelo próximos quatro anos.

Segundo a RTÉ, o gabinete assinará ainda hoje a solicitação formal de ajuda, que pode ser apresentada às autoridades estrangeiras já na segunda-feira (22/11).

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O ministro também confirmou que as conversas com a missão técnica da Comissão Europeia (órgão executivo da UE), o Banco Central Europeu e o FMI terminaram no sábado (20/11).

Juros amigáveis

Em relação à quantia de que a Irlanda precisa para sanear seu sistema bancário e as contas públicas, Lenihan se limitou a fixá-la em “dezenas de bilhões de euros”, mas rejeitou que ela chegue a “70 ou 80 bilhões”. O ministro explicou que a maior parte do dinheiro será usado para corrigir o déficit público irlandês “nos próximos anos”, enquanto para os bancos nacionais se poderia criar um “fundo de contingência” com o objetivo de restaurar a confiança dos mercados internacionais.

Lenihan lembrou que o sistema bancário irlandês conta com o apoio do BCE, mas alertou que os bancos nacionais devem romper progressivamente com esta dependência. Ele não revelou qual deve ser a taxa de juros que o Estado pagará pelo empréstimo da UE e do FMI, mas garantiu que será “muito menor” que a exigida pelos mercados.

“Acho importante que o Estado continue se financiando de maneira estável, que a continuidade econômica seja mantida e que não haja perigo quando o Estado tiver que obter empréstimos”, disse Lenihan.





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Ministro das Finanças da Irlanda recomenda ao governo que peça ajuda

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