Quarta-feira, 20 de maio de 2026
APOIE
Menu

O ministro da Justiça da Líbia, Mustafa Abdeljalil, apresentou nesta segunda-feira (21/02) sua demissão em protesto “à sangrenta situação” de seu país e pelo “uso excessivo da força” contra os manifestantes líbios, informou o site de notícias Quryna.

Abdeljalil, que confirmou pessoalmente sua decisão de abandonar o Executivo em uma entrevista concedida por telefone ao Quryna, explicou que tomou a decisão por causa do uso “excessivo da violência” por parte das forças da ordem.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Egito: a revolução será traída?

UE pede fim imediato da violência contra manifestantes na Líbia

França suspende exportações de material de segurança a Líbia e Bahrein

ONG Human Rights Watch contabiliza 173 mortos nos protestos na Líbia

Protestos contra o governo chegam à Líbia e manifestantes entram em choque com a polícia

A saída de Abdeljalil é a primeira de um alto funcionário do governo líbio desde o último dia 15, quando começaram os protestos. Houve, porém, três pedidos de demissão de embaixadores do país (na Índia, na China e na Liga Árabe, que representa 22 nações).

Mais lidas

Os diplomatas informaram que deixaram os cargos por discordar da maneira como o governo Kadafi reage às manifestações.  O embaixador do país na Índia, Ali Al Issawi, acusou o presidente de “recorrer a mercenários estrangeiros contra os líbios”.

Ontem, o representante permanente da Líbia na Liga Árabe, Abdel Moneim Al Honi, também anunciou a demissão para se unir à “revolução” e protestar contra a violência imposta a manifestantes no seu país.

Segundo a rede de televisão Al Jazeera, os protestos estão acontecendo em várias cidades do país.

A organização denominada Federação Internacional das Ligas de Direitos Humanos informou que morreram no país entre 300 e 400 pessoas. Porém, a organização Human Rights Watch informou que são 233 os mortos nos seis dias de confrontos, nas principais cidades líbias.

Siga o Opera Mundi no Twitter  

Conheça nossa página no Facebook

Ministro da Justiça líbio apresenta renúncia

NULL

NULL

NULL