Domingo, 10 de maio de 2026
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O chefe do estado-maior conjunto das forças armadas de Equador, general Luís Ernesto González, declarou pleno apoio dos militares ao presidente do país, Rafael Correa, em virtude dos distúrbios derivados da rebelião policial desatada na manhã desta quinta-feira (30/9) em Quito.

“Estamos em um Estado de direito e estamos subordinados à autoridade máxima que é o presidente da República”, afirmou González em pronunciamento exibido em cadeia nacional de televisão. “Pedimos, encarecidamrente, a todos nosso compatriotas a colaboração nessa tarefa de restabelecer a ordem”.

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O coronel Carlos Arboleda, do exército, também apareceu na televisão para declarar apoio a Correa e expressou receio de que a manifestação da polícia seja aproveitado por movimentos políticos contrários ao presidente.

“Vim ao canal estatal para expresar um apoio ao presidente Correa”, disse o coronel. “Falo em nome do exército equatoriano, do respeito que se deve dar às instituições. O exército está permanentemente consciente de sua obrigação constitucional de apoiar o governo”.

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Na manhã desta quinta-feira, um grupo de policiais tomou à força um regimento policial da cidade de Quito, capital equatoriana, em protesto contra a aprovação de uma lei sobre funcionalismo público que prevê a eliminação de benefícios trabalhistas e planos de carreira. Os policiais também tomaram o aeroporto da capital e bloquearam cidades, levantando suspeitas de uma tentativa de golpe de Estado, até agora não confirmada.

O presidente de Equador, Rafael Correa, foi ao quartel para tentar dialogar e foi recebido com violência, sendo ferido na perna. Em seguida, foi levado para o hospital da própria Polícia Nacional, onde se declarou “sequestrado”.

*Com o canal de TV venezuelano TeleSur.

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Militares do Equador declaram lealdade a Rafael Correa

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