Terça-feira, 19 de maio de 2026
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Milhares de pessoas reuniram-se neste sábado (5/2) em várias cidades italianas para pedir a renúncia do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, após o escândalo do caso Ruby, no qual o líder é investigado por concussão e incitação à prostituição de menores.

O local que contou com mais manifestantes nesta tarde foi o centro Palasharp, em Milão, onde, segundo os organizadores, mais de 9 mil pessoas se reuniram para pedir a renúncia de Berlusconi.

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Efe




“Itália não é um bordel”

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Na Itália, “todos aqueles que se expõem criticando o governo sabem que pagarão um preço”, disse o escritor Roberto Saviano, quem participou dos protestos, durante seu discurso.

Saviano, quem foi recebido entre os aplausos dos presentes, encorajou o público a “reagir”, dizendo que “quando a máquina da lama entra em funcionamento é necessário dizer que não é certo”.

O intelectual Umberto Eco também discursou e fez uma crítica ao escândalo suscitado pelo caso Ruby.

“Estamos aqui para defender a honra da Itália, para lembrar ao mundo que nem todos faríamos o mesmo”, disse Eco.

Sem símbolos políticos, mas com muitos representantes das distintas forças de oposição e em um ambiente festivo, centenas de pessoas também acompanharam o ato do lado de fora do recinto, onde foram instalados telões.

Neste sábado, Florença também foi palco de uma manifestação que contou com cerca de 3 mil pessoas, segundo a imprensa local, que percorreram as principais ruas do centro da cidade sob o lema “Itália não é um bordel”.

Estão previstas grandes manifestações nas principais cidades do país em 13 fevereiro.

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Milhares de italianos protestam para pedir renúncia de Berlusconi

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