Terça-feira, 5 de maio de 2026
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O ex-vice-presidente norte-americano Mike Pence apresentou nesta segunda-feira (05/06) a documentação à Comissão Federal de Eleições dos Estados Unidos para concorrer às primárias do Partido Republicano para as eleições presidenciais de 2024.

Pence pretende lançar oficialmente a pré-candidatura com um discurso na quarta-feira em Iowa, coincidindo com seu aniversário de 64 anos. Mais tarde no mesmo dia participa de um encontro com cidadãos organizado pela emissora CNN na capital estadual Des Moines.

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Dessa forma Pence passa a integrar a extensa lista de candidatos à indicação republicana para a Presidência dos EUA, como o ex-presidente Donald Trump; o governador da Flórida, Ron DeSantis; a ex-embaixadora norte-americana na ONU Nikki Haley; o ex-governador do Arkansas, Asa Hutchinson; e o senador pela Carolina do Sul Tim Scott. Também apresentaram suas candidaturas os empresários Vivek Ramaswamy, Ryan Binkley e Perry Johnson, assim como o radialista Larry Elder.

De acordo com a média ponderada das pesquisas realizadas pelo site FiveThirtyEight, Trump parte como favorito para vencer a indicação republicana à Presidência dos EUA, seguido por DeSantis, Pence, Haley e Ramaswamy.

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Apostando na agenda ultrarreligiosa

Pence conta como trunfo os quatro anos em que atuou como vice-presidente durante o mandato de Trump, de 2017 a 2021. Antes, foi congressista de 2001 a 2013 e governador de Indiana de 2013 a 2017.

Ex-vice-presidente concorrerá à indicação do Partido Republicano para as eleições de 2024; Pence tem como trunfos apoio evangélico e agenda ultraconservadora

Rick Bowmer/AP/dpa/picture alliance

Combate ao aborto é um dos temas na pauta de Mike Pence

O ex-vice-presidente é apoiado pelo Super PAC Committed to America, que lançou em meados de maio e que preside junto com o ex-congressista pelo Texas Jeb Hensarling e o veterano consultor republicano Scott Reed.

Um Super PAC é uma organização de arrecadação de fundos que pode coletar doações de indivíduos, corporações e sindicatos e gastar quantias ilimitadas em campanhas.

Profundamente religioso, Pence pode ter forte apelo entre os eleitores evangélicos, aos quais frequentemente se dirige falando sobre sua fé e as questões que são importantes para eles, como políticas antiaborto e pró-liberdade religiosa.

Nesse sentido, deixou claro seu apoio aos estados que aprovam leis restritivas para limitar ainda mais o acesso ao aborto, e acredita que a pílula abortiva Mifepristone, a mais usada nos EUA para interromper a gravidez, não deve ser comercializada. Na esfera federal, defendeu a existência de uma legislação que proíbe o aborto após a 15ª semana de gestação.

Durante a invasão do Capitólio de 6 de janeiro de 2021, Pence, que naquele dia atuava como presidente do Senado em virtude de seu cargo de vice-presidente, ignorou os apelos de Trump para obstruir a ratificação do democrata Joe Biden como presidente dos EUA.