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Cerca de 1,5 mil pessoas, entre estudantes, médicos e ativistas de organizações civis exigiram nesta terça-feira (02/11) a saída do exército e da polícia federal da cidade mexicana Ciudad Juárez, localizada na fronteira com El Paso, nos Estados Unidos e considerada a mais perigosa do país.

O contingente marchou desde a Mega Bandeira, instalada a alguns metros da Ponte Internacional das Américas, até o Instituto de Arte, Desenho e Arquitetura da Universidade Autônoma de Ciudad Juárez (UACJ), passando por avenidas importantes.

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Os estudantes, em sua maioria alunos da UACJ, também defenderam que haja punição para os dois agentes federais que feriram um estudante da universidade na sexta-feira passada durante uma manifestação pacífica.

No trajeto, os manifestantes entoaram palavras de ordem contra o presidente Felipe Calderón, o exército e a polícia federal, e demonstraram solidariedade para com o estudante ferido, que está hospitalizado no Centro Médico de Especialidades após duas operações.

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Assassinatos

A partir deste ano soldados do exército mexicano deixaram de patrulhar as ruas de Ciudad Juárez, embora se mantenham em pontos estratégicos da cidade. Em troca houve o destacamento de milhares de agentes federais.

Segundo uma apuração jornalística baseada em dados da Procuradoria Geral do Estado de Chihuahua, houve neste ano 2.666 homicídios, enquanto em 2009 foram assassinadas 2.754 pessoas.

Cartéis do narcotráfico disputam há vários anos o controle de Ciudad Juárez, onde se contabiliza em 2010 a média de nove mortes diárias.

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México: estudantes, médicos e ativistas pedem que exército deixe Ciudad Juárez

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