Sábado, 9 de maio de 2026
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O governo do México anunciou nesta quinta-feira (9/9) que a prisão de um grupo de suspeitos de envolvimento no massacre de 72 imigrantes indica que há avanços nas investigações. O porta-voz de Segurança Nacional, Alejandro Poiré, afirmou que mais cinco corpos foram localizados na região onde houve a chacina, mas que ainda não é possível confirmar se são vítimas da chacina.

Poiré reagiu às críticas da secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, de que os traficantes promovem uma “insurgência” na região, desafiando os governos latino-americanos incluindo o mexicano. “Certamente não concordamos com as conclusões a este respeito, uma vez que há uma diferença muito importante entre o que enfrentou a Colômbia e o que México enfrenta hoje”, disse ele.

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O porta-voz ressaltou que há um esforço coletivo no governo do presidente Felipe Calderón para combater os cartéis de tráfico de drogas e de pessoas que atuam no México. “O que ocorre no nosso país é a renovação das instituições e o aprofundamento das reformas institucionais”.

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No último dia 23, os imigrantes foram assassinados, em uma fazenda próxima às cidades de San Fernando e Reynosa, no estado de Tamaulipas, na fronteira entre o México e os Estados Unidos. Um dos sobreviventes contou que o objetivo do grupo era chegar aos Estados Unidos.

Entre as 72 vítimas, foi identificado o corpo do brasileiro Juliard Aires Fernandes, de 20 anos. Mas há suspeitas de que o também brasileiro Hermínio Cardoso dos Santos, de 24 anos, tenha sido assassinado, pois os documentos dele foram encontrados no local do crime.

”A prisão vai esclarecer totalmente o que aconteceu em San Fernando. É um passo importante para reduzir a impunidade para ataques a imigrantes perpetrados pelo crime organizado”.

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México diz que investigações sobre o massacre avançam e reage a crítica dos EUA

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