Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O governo mexicano, de Felipe Calderón, tem tentando se empenhar para garantir a segurança de seus funcionários, não apenas dos que atuam diretamente contra o crime organizado, mas também dos que estão em outras áreas, como nos ministérios de Saúde e Turismo, é o que revela uma reportagem divulgada nesta domingo (14/11) no país.

De acordo com documentos do Ministério da Fazenda, aos quais o jornal El Universal teve acesso, os gastos para proteger os membros do Executivo mexicano já superam os 70 milhões de pesos (equivalente a 9,7 milhões de reais).

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Ainda segundo a mesma publicação, até o momento, a Associação Mexicana de Blindadores de Automotores (Amba) revela que duas de cada dez de suas unidades blindadas foram adquiridas pelo governo federal.

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“As expectativas para este ano são vender duas mil unidades, o que representa um aumento de 15% em relação a 2009. Destas, uma quarta parte refere-se a compras do governo e o restante da iniciativa privada”, informa a entidade.

Nos últimos meses, cada vez mais os mexicanos temem por sua segurança. Desde o início do ano, diversas autoridades — como prefeitos, governadores e procuradores — têm sido alvo de atentados, praticados por grupos narcotraficantes, agora considerados como narcoterroristas.

Em julho, a Direção Nacional de Recursos Materiais e Serviços Gerais passou a reforçar a operação de proteção de diversos membros da gestão pública, um deles foi o ministro da Saúde, José Ángel Córdova. A titular da pasta do Turismo, Gloria Guevara, é outra que terá a segurança ampliada nos próximos dias.

O México passa por uma intensa onda de violência, que já fez mais de 29.000 mortes desde que Calderón assumiu o poder, em dezembro de 2006. Estima-se que destas vítimas, cerca de três mil — segundo organizações não-governamentais — sejam civis. Além de sequestros e execuções, uma prática que tem se tornado cada vez mais frequente são os ataques com carros-bombas.

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México decide blindar segurança de funcionários federais

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