Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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A Promotoria do Estado mexicano de Tamaulipas confirmou nesta quarta-feira (8/9) que foram encontrados os corpos de dois investigadores do massacre de 72 migrantes ilegais em um rancho na cidade de San Fernando.

Roberto Jaime Suárez, o promotor investigador, e Juan Carlos Suárez, secretário de segurança do povoado de San Fernando, estavam desaparecidos desde 24 de agosto, pouco depois de chegar ao rancho onde, nesse mesmo dia, havia sido descoberta a matança.

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Os corpos de ambos foram localizados no município de Méndez, também em Tamaulipas, junto a documentos que permitiram estabelecer sua identidade, segundo comunicado da Promotoria. A Procuradoria-geral disse anteriormente desconhecer se o desaparecimento tinha relação com a investigação do massacre, de autoria do cartel Los Zetas.

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Um jovem equatoriano sobreviveu ao massacre fingindo-se de morto. Ferido com um tiro na garganta, ele chegou a um posto da Marinha mexicana e contou às autoridades sobre o massacre de imigrantes. Freddy relatou que os estrangeiros foram sequestrados por um grupo criminoso, quando tentavam chegar à fronteira com os EUA. Os homens disseram pertencer ao grupo Los Zetas, e ofereceram trabalho como matadores de aluguel por US$ 1.000 quinzenais. Quando os imigrantes recusaram a oferta, os criminosos atiraram.

A Marinha foi até o local e entrou em confronto com o grupo. Pouco depois, encontrou os corpos no rancho. Segundo a polícia, as vítimas parecem ter sido amarradas com os olhos vendados antes de serem enfileiradas em uma parede e mortas a tiros.

Dois brasileiros foram identificados entre os 72 imigrantes mortos. Ambos moravam em cidades vizinhas a Governador Valadares (MG), região do Estado conhecida por ser uma das principais exportadoras de mão de obra brasileira para os Estados Unidos.

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México confirma morte de dois investigadores do massacre de Tamaulipas

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