Domingo, 19 de abril de 2026
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As principais bolsas asiáticas tiveram uma quinta-feira (28) de alta, interrompendo uma sequência de nove quedas, animadas por expectativas positivas de balanços corporativos e por um rali nos futuros dos mercados norte-americanos depois que o presidente Barack Obama pareceu moderar seu tom sobre as restrições aos bancos.

O índice MSCI da Ásia Pacífico exceto Japão tinha alta de 1,55%, a 397 pontos, apesar de ainda acumular queda de 4,5% em janeiro. O índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com alta de 1,58%, a 10.414 pontos, ajudada por bons resultados da Honda, que avançou 3,3%.

“Parece haver alívio no mercado porque Obama não fez observações fortes sobre o plano de regulação bancária. Mas precisamos continuar vendo como esse plano segue”, afirmou à Reuters Ayako Sera, estrategista de mercado na Sumitomo Trust and Banking, em Tóquio.

Na semana passada o presidente dos Estados Unidos anunciou que planejava medidas para restringir a tomada de risco pelos bancos, o que poderiam afetar os ganhos das instituições, gerando um movimento de vendas de ações do setor financeiro. Na noite de ontem, Obama destacou a criação de emprego como sua prioridade em discurso do Estado da União.

Na Coreia do Sul, o mercado avançou 1,04%, para 1.642 pontos. A Hyundai subiu 4% depois de apresentar um lucro operacional trimestral recorde. O setor de tecnologia, que tem puxado as recentes baixas, reverteu tendência e subia 2,2% na região, ajudado por boas perspectivas de lucros.

Em Xangai, o principal índice subiu 0,25%, para 2.994 pontos. Em Hong Kong o mercado fechou com valorização de 1,61%, para 20.356 pontos. A bolsa de Sydney avançou 0,62%, a 4.673 pontos.

Europa

Os mercados europeus têm bom desempenho hoje, animados pelos resultados na Ásia e em Nova York ontem, quando o Fed (Federal Reserve) manteve os juros no intervalo entre zero e 0,25%. Meia hora após o início da sessão, Londres avançava 0,81%, Frankfurt 1,03%, Paris 1,12% e Madrid 1,19%.

Mercados asiáticos sobem após fala de Obama sobre restrições a bancos

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