Membros da Unasul se reunirão na Argentina para discutir crise política no Equador
Membros da Unasul se reunirão na Argentina para discutir crise política no Equador
Os presidentes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela se reunirão na noite desta quinta-feira (30/9) em Buenos Aires, na Argentina, para discutir sobre a crise política no Equador. As informações são do site de notícias argentino Infobae.
Os presidentes foram convocados pelo secretário-geral da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), Néstor Kirchner, que mais cedo manifestou o “compromisso e a mais absoluta solidariedade do bloco regional” ao presidente do Equador, Rafael Correa. Para ele a situação é uma tentativa de “sublevação da ordem constitucional de setores corporativos das forças de segurança” do país.
Leia mais:
Presidente do Equador sinaliza que pode dissolver Congresso e antecipar eleições
Policiais fecham aeroporto de Quito e estradas que levam à capital do Equador, que vive crise política
OEA anuncia reunião extraordinária sobre crise no Equador
O presidente boliviano, Evo Morales, que já confirmou sua presença na reunião, convocou, por meio de uma mensagens transmitida em cadeia nacional, todos os presidentes para viajarem para Buenos Aires independente de suas agendas presidenciais.
Hugo Chávez, por sua vez, considerou o ocorrido uma tentativa de “derrubar” Correa e fez um apelo os colegas para prestar solidariedade ao presidente equatoriano.
“Estão tentando derrubar o presidente Correa. Alerta aos povos da Aliança Bolivariana! Alerta aos povos da Unasul! Viva Correa!”, disse Chávez, na sua página da rede social Twitter.
Já o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, apoiou a convocação urgente dos países da Unasul em busca de uma soluçãoe pediu que “uma solução pacífica, que leve ao imediato restabelecimento da ordem pública e institucional no país vizinho” seja encontrada.
A reunião acontecerá na Argentina já que os representantes dos países membros da Unasul estão impossibilitados de chegar a Quito, capital do Equador, devido a tomada dos aeroportos e estradas pelos policiais que organizaram os protestos.
Siga o Opera Mundi no Twitter
NULL
NULL
NULL























