Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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O Marrocos aguarda com expectativa a realização neste domingo (20/02) da primeira manifestação nas principais cidades do país após a explosão das revoltas nos países árabes, em uma jornada que os organizadores batizaram como Dia da Dignidade.

Enquanto partidos políticos e meios de comunicação lançam a mensagem praticamente unânime de que o caso marroquino é diferente dos demais países árabes, os jovens que convocaram os protestos através do Facebook – o Movimento 20 de Fevereiro – insistem em que seu país necessita de “uma Constituição democrática”.

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Até hoje, a internet foi o principal campo de batalha entre os partidários de uma profunda reforma constitucional, que defendem uma monarquia executiva, como a atual, ao mesmo tempo em que alertam para os riscos da instabilidade.

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As sabotagens nos grupos do Facebook foram frequentes até o último momento, como denunciou Osama el Jlifi, criador de uma das páginas que chamam a população para a mobilização.

O Marrocos reconheceu o direito às manifestações, sobretudo as sociais, mas semeou dúvidas sobre os indivíduos que convocaram os protestos, principalmente depois que o movimento islâmico Al Adl wal Ihsan (Justiça e Caridade), considerado ilegal para as autoridades locais, anunciou que vai participar delas.

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Marrocos vive neste domingo 1ª jornada de protestos após revoltas árabes

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