Sexta-feira, 19 de junho de 2026
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Ao menos 15 chilenos foram detidos em um protesto contra a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao país.

A manifestação aconteceu a duas quadras do Palácio La Moneda, sede do governo, enquanto Obama era homenageado. Cerca de 500 militantes gritavam palavras de ordens como “fora ianques da América Latina”, e exibiam cartazes a favor de Cuba e do ex-presidente cubano Fidel Castro.

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Aproximadamente 100 policiais chegaram ao local para dissolver o protesto. Um grupo ainda não identificado atacou uma agência bancária.

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A polícia usou um carro hidrante e conseguiu conter a concentração de pessoas, ainda que um grupo tenha montado barricadas em uma rua lateral.

Em Valparaíso, a 140 quilômetros de Santiago, outras 500 pessoas marcharam, de forma pacífica, até a sede do Congresso Nacional, também em repudio à visita de Obama.

No município de Concepción, a 500 quilômetros ao sul da capital, foram registrados outros protestos. A polícia prendeu sete pessoas, seis homens e uma mulher, depois que uma aglomeração se formou nos arredores do Instituto Chileno Norte-Americano de Cultura.

A mobilização seguia com tranqüilidade até que os participantes interromperam o trânsito e começaram a jogar ovos contra o local. A ação foi repreendida com o uso de carros hidrantes.

Ontem, uma bomba de ruído explodiu na sede do mesmo instituto, horas antes da chegada do líder norte-americano ao Chile.

Em Santiago, a polícia chilena manteve um forte esquema de segurança nas proximidades dos escritórios das empresas norte-americanas e dos locais onde o presidente percorreu.

Barack Obama, que está fazendo um giro pela América Latina, já partiu do Chile e, nesse momento, segue para El Salvador. O mandatário também esteve no Brasil, onde permaneceu entre sábado e domingo.

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Manifestantes são presos por protestar contra Obama no Chile

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