Terça-feira, 19 de maio de 2026
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Os manifestantes contrários ao governo do presidente do Egito, Hosni Mubarak, decidiram mudar a partir de nesta quinta-feira (10/02) a forma de protestar. A ideia é ampliar os protestos da Praça Tahir, que se tornou uma espécie de concentração das manifestações, para o restante da cidade do Cairo, além de outros locais do pais. São 17 dias ininterruptos de protestos. O objetivo é pressionar Mubarak – há quase 30 anos no poder – para que renuncie.

Os manifestantes se espalharam hoje nas áreas próximas ao Parlamento e ao Conselho de Ministros do Egito. A decisão de ampliar os protestos foi uma reação ao aviso do vice-presidente, Omar Suleiman, de que o governo não toleraria mais manifestações.

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“O governo não vai tolerar mais qualquer tipo de protesto e temos de acabar com a crise o mais rapidamente possível “, disse o vice-presidente, nomeado principal negociador do governo com a oposição.

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Os opositores bloquearam as ruas que dão acesso à Assembleia da República (o Parlamento) e aos prédios onde funcionam os gabinetes da Vice-Presidência da República. Esses locais estão a cerca de 100 metros da Praça Tahrir.

Para sexta-feira (11/02), os oposicionistas preparam a Sexta-feira dos Mártires que une o dia de orações da religião muçulmana e o fim de semana de férias no Egito. Ativistas da oposição estimulam as diversas categorias a promover greves. Os funcionários de transporte público já anunciaram a paralisação por tempo indeterminado na região do Canal de Suez.

A televisão estatal confirmou que 15 mil trabalhadores dos setores de infraestrutura, minério, saúde, têxteis, eletricidade e telecomunicações também anunciaram paralisação para exigir reajustes salariais e melhores condições de trabalho, no Cairo e em outras cidades do país.

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Manifestantes ampliam protestos por vários locais do Cairo para pressionar Mubarak

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