Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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Milhares de marroquinos saíram neste domingo (20/02) às ruas da capital do Marrocos, Rabat, e da maior cidade do país, Casablanca, para exigir reformas democráticas. As reivindicações incluem mudanças na Constituição, dissolução do governo e do parlamento e maior liberdade de expressão.

Cerca de quatro mil pessoas se concentraram na praça Bab Alhad de Rabat, e outros dois mil manifestantes se reuniram no centro de Casablanca, em uma jornada marcada por fortes chuvas e tempo ruim.

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Os protestos foram marcados por palavras de ordem contra a corrupção e pedidos de maior liberdade. O ditador líbio, Muammar Kadafi, também foi lembrado, sendo chamado de assassino pelos participantes.
 



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Após o início das manifestações, às 10h locais (7h de Brasília), as pessoas foram gradualmente se juntando aos manifestantes nas duas concentrações.

As forças de segurança nas duas cidades afiram discretamente e não tentaram impedir as marchas. Entretanto, a agência Efe calculou um sensível aumento do contingente policial nas principais ruas de Rabat e Casablanca.

Protegido por seu guarda-chuva, como a maioria dos presentes na praça Bab Alhad, Mohammed Haghcham, desempregado, protestava contra os atuais governantes e os conselheiros do rei Mohammed VI. “Os colegas do rei não servem para governar o país, porque são crianças”, disse à Efe Haghcham, que também se mostrou otimista em relação à chegada dos protestos ao Marrocos.

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Manifestações por abertura chegam pacificamente ao Marrocos

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