Sexta-feira, 15 de maio de 2026
APOIE
Menu

Manifestações de caráter  político têm sido, nos últimos dias, o principal desafio dos mais de 800 militares que integram o Brabatt 2, o mais novo dos três batalhões da força de paz brasileira no Haiti. A afirmação é do coronel José Carlos Avellar, subcomandante do batalhão criado semanas depois do terremoto que atingiu o país caribenho em janeiro deste ano.

Avellar disse que nesses dias que antecedem as eleições gerais do Haiti, marcadas para 28 de novembro, têm sido comuns os enfrentamentos entre militares brasileiros e manifestantes que, segundo o oficial, são ligados a partidos políticos. “Alguns desses políticos não veem chance de vencer e procuram desestabilizar a situação para tentar adiar as eleições”, disse.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:   

Haitianos protestam e exigem retirada das forças de paz das Nações Unidas do país

Flórida tem suspeita de caso de cólera derivado de epidemia no Haiti  

Detectado primeiro caso de cólera na República Dominicana   

Número de mortos por cólera no Haiti passa de mil   

ONU pede 164 milhões de dólares para combater a cólera no Haiti 
 
 

Manifestações políticas têm sido percebidas não apenas na área do Brabatt 2. No último dia 15, um confronto entre manifestantes e soldados da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) no Norte do país, área que não está sob jurisdição de tropas brasileiras, deixou dois mortos e vários feridos. A Minustah condenou a violência e considerou que ela teve “motivação política”.

Mais lidas

As manifestações políticas, no entanto, não são o único desafio do Brabatt 2, que trabalha em áreas críticas como o bairro de Bel Air, onde atuam gangues. Soldados brasileiros têm tentado coibir também ações criminosas, como no último sábado (20), quando um militar brasileiro teve que disparar para o alto, para evitar o assalto de uma idosa por homens armados em uma rua de Porto Príncipe. “Acreditamos que a nossa presença ostensiva nas ruas tem evitado a ocorrência de muitos crimes”, disse o coronel.

Siga o Opera Mundi no Twitter    

Conheça nossa página no Facebook 
 
 
 

Manifestações políticas buscam desestabilizar Haiti, afirma militar brasileiro

NULL

NULL

NULL